Sinto-me um estúpido indesejável...
E vou continuar...
Pesa-me o teu silêncio, mas parar é morrer, e eu, eu hei de avançar.
Nem que sejam os meus gritos que me façam mover.
Um dia há de me morrer a inquietude, mas há de pulsar o peito, e se for por ti, estarei a sonhar, o mesmo sonho de que todos os dias acordo desfeito.
Não sei que mais posso eu fazer.
Por ti nada.
Sinto que abandonaste a minha vida como um defunto abandona o mundo, para sempre.
É essa a minha segura agonia.
Que sou rei de um reino sem rainha e onde tudo nasce torto e imperfeito.
E se eu te quero tanto.
Seja o que lhe quiseres chamar.
Quando é que a vida me quebra o pranto, e eu deixo de te querer, de gostar...
O ódio que me deves ter por nos trair assim.
Por me descontrolar assim.
Sem nada que mo consiga calar...
Monday, 10 August 2009
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