Gostava que respondesses a todas as minhas "incursões dialogantes".
Mas não posso pedir-te tanto interesse no que digo.
Já devia saber disso.
Já sei disso.
Só me custa a aceitar o que isso no fundo significa.
Pelo menos hoje dormi bem e acordei normal.
Já faz uns meses em que não reparava nisso.
O que eu devia apreciar mais era a amiga que tenho em ti.
E no fundo, essa é uma das razões pelas quais eu tanto gosto da tua companhia.
Uma, claro que existem mais.
Acho que foi no "The Libertine" que ouvi uma fala que dizia, traduzida á pressa, qualquer coisa como "Quando um homem olha para uma mulher e vê nela ânimo, em vez de ver olhos e mamas, então está metido em sarilhos..."
Mas hoje sinto-me normal, não bem ou eufórico, não mal e deprimido...
Normal... Ensonso...
A factura a pagar quando voltar a afundar sempre é mais pequena.
O que eu anseio para te voltar a ver este fim de semana.
Minha querida amiga, só não te digo que te amo porque o amor só o é a dois e mútuo, não a solo.
E não aparece do nada, vai se cultivando e alimentando.
Neste momento tudo o que te posso dar, apesar de me parecer pouco, é a minha amizade, aquela que tu já conheces e aprecias.
A minha paixão, aquela que podias alimentar e transformar em algo maior, é como tu própria disseste, infelizmente para mim, "Não me deste nada que eu quisesse".
É melhor ficar por aqui.
Se continuo mais, ainda me entregam a factura para pagar...
Tuesday, 21 October 2008
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