Vou parar tudo.
De escrever, ou pelo menos tentar, tanta auto-comiseração por linha.
De dramatizar.
De desenhar.
De sonhar.
Tudo.
E se pudesse deixava de gostar tanto de ti.
Deixava de sentir.
Se me levares a decadência, pelo menos mata-me bem o que sobrar no momento em que bater no fundo.
Porque daqui para a frente vai ser como saltar de um avião sem paraquedas.
Alguém se vai aleijar de certeza.
Mais dor menos dor.
Mas evitava voltar a passar pelo mesmo.
Já nem acredito que depois de bater no fundo, só se pode subir qualquer coisa.
Tuesday, 18 November 2008
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